Muito de mim, um pouco do mundo: a união substancial da alma, das palavras e das bagagens que agrego do mundo. Blog focado em poesias, crônicas e textos de minha autoria. * Ano 15 *
terça-feira, 31 de maio de 2011
Ei! isso é da minha conta?
sábado, 28 de maio de 2011
Refletindo o amadurecer...
sábado, 21 de maio de 2011
Segunda Indicação – Selo - Esse blog transforma pessoas!
Em 25/01/2011 - demonstrei minha admiração pelos blogs ao quais eu sigo ou visito e me identifico,com o Selo - "Este blog transforma pessoas!”
Para que o blog fosse indicado, eu mesmo me usei como “termômetro” . Ao ler uma postagem, se esta tocasse e fezesse repensar e embarcar na “viagem” com o autor do blog lido, ja será um indício que o blog tem em seu conteúdo palavras que buscam transformar as pessoas, fazendo delas seres humanos melhores. Também irei observar o quantidade de comentários e o que e as pessoas falam a respeito porque assim, acredito que mais pessoas foram tocadas, transformadas se não em definitivo, mas pelo instante da leitura em seres humanos melhores, críticos, pensantes e que buscam uma melhora da convivência humana como um todo.Utopia? Não, se cada um lançar uma semente, pode ser que não germine uma grande floresta, mas se brotar um jardim bem verde e de forte raízes, já faremos dele um oásis.
A semente está lançada! Foi lançada! O selo só vem a enfatizar essa boa vontade e iniciativa entre os blogueiros que utilizam so espaço virtual para semear inciativas que fazem as pessoas refletirem, analisarem e mesmo mudar o comportamento. Seja através de contos, poemas, crônicas, reportagens,dentre tantas outras formas de comunicação utilizadas nesses verdadeiros “porto seguro” que atravessam as fronteiras de territórios, de idiomas, cores, raçãs, credos, sexo e todas as demais caracteristicas que o ser humano possa ter, mas que não nos torna mehores ou pirores, mas unicos e especiais na soma de um mundo fraternal.
Parabéns a todos! Que este selo de propagação tenha esse objetivo mesmo, propagar e valorizar as boas iniciativas.
sábado, 14 de maio de 2011
Pra mim tudo bem. E para outro?
Hoje estava observando na internet os fatos que marcam o mundo a cada dia.São muitos, coisas já consideradas comuns e outra ainda que acabam por nos deixar surpreso.É , digo nós porque no dia a dia as pessoas comentam geralmente a mesma coisa. Sempre tem um fato que chama atenção, repercute mais, acaba tomando proporções nacionais de críticos e seguidores.
Mas já parou para pensar nas coisas que acontecem com você?
Nos fatos que acontecem bem próximos de você,ou até mesmo com você?
Sei da importância de se preocupar com o macro universo, com o país e com o mundo, mas será que pensamos em nós, nas coisas que acontecem com cada um de nós no cotidiano?
É como aquela receita da vovó, que diz que temos que mexer a panela com colher de pau. E o que acontece se há mexermos com uma colher de plástico? dizem que o gosto não fica bom, que perde o ponto, que pode grudar no fundo da panela. Pode ser..., mas acredito que isso ocorra pelo pensar de quem mexe a panela.
Esse é o ponto que quero chegar.
O de repensarmos nossas ações. De perceber o que fizemos durante nossas ações. Sim, isso mesmo. Porque é tão normal tornarmos seres automáticos, que o pensar na ação que estamos fazendo é coisa do passado.
Mas não é! O problema é a correria e as inúmeras tarefas à serem realizadas em um único dia. Nada pode ficar pra depois ou muito menos pra amanhã.
Assim a vida segue,o tempo passa e acabamos por não nos dar conta da simplicidade da vida. De contemplar a " mexedura" na panela com a colher, seja ela de pau ou de plástico. Também não seria pra menos se numa hora dessas esquecermos o fogão ligado.
Corremos pra tudo, somos automáticos pra tudo.
Sim, imagino o que deve estar pensando,ou não, mas também não dá pra sair por ai anotando ou analisando tudo a todo momento. Nem eu conseguiria. Mas também não é o que gostaria.
O que acho viável mesmo, é estar atendo a vida. Ao outro ser que está do seu lado, ao sorriso de um corriqueiro oi, que deixamos passar, logo vira um tchau.
Como corremos! Pensando bem somos maratonistas. Corremos contra o tempo o tempo todo. engraçado,pelas palavras, mas é assim. Nada pode sair diferente, errado então,nem pensar.
E nessa euforia, o dia se foi.O sol se Pôs e você nem viu. A chuva começou a escorrer pela janela e nem sequer você observou a danças dos pingos pelo quintal.
E a essa altura, devem estar me perguntando: "é verdade, mas isso já discurso velho, a vida é assim mesmo".
Poderia concordar com você, mas ainda assim, lhe diria, que a vida é do jeito que queremos que ela seja.
Não estou falando aqui, de ter, de poder, mas de ser, de estar.
Ser simples, estar feliz!
Sim, porque pra mim, a felicidade está na simplicidade. A felicidade é simples!
Opa, será mesmo? Então porque muitos de nós ainda não consideramos que há tenhamos encontrado?
Sinceramente, neste ponto só posso falar por mim. Alias pra resumir, como é bom abrir a janela e dar inicio novamente ao novo espetáculo do dia. Sol ou chuva, frio ou calor, enfim perceber-se como ator, como parte deste espetáculo.
Coadjuvantes? Não mesmo, pode parecer estranho se levarmos ao pé da letra, pelo sentido da palavra, mas sim, somos todos principais.
Eu, você o seu vizinho e o meu também. Cada um de nós é responsável pela parte do outro nesse espetáculo chamado vida. Agora só cabe lembrar que, se não estiver nem eu,nem você preparados para ver cada um a sua volta e dar valor a tudo que ja falei, o simples, o cotidiano que está próximo, de nada vai adiantar saber que o espetáculo de viver é coletivo.
Claro que é. Já pensou que mesmo acreditando estar sozinho você interage com o outro?
Tanto é que estamos cansados de ouvir que dois corpos não ocupam o mesmo lugar no universo.Sendo assim, você tem o seu, eu tenho o meu, nos tornando únicos, mas sendo coletivos. Estranho?
Será mesmo? Olhe bem....você mora só, mas acorda de manhã lava o rosto, vai escovar os dentes e percebe que seu creme dental acabou. E agora? fácil pega-se outro.
Isso mesmo, a palavra outro. Outro creme dental, outra pessoa, partindo disso, precisamos do outro.
Por mais que queremos estar só, até nisso dependemos do outro,para que ele nos deixe sózinhos. Mas nunca ficamos.
Como dizem...."resumo da ópera", é necessário vermos o que nos cerca, fazermos um bom lugar ao nosso redor e ampliar isso. Chegar ao outro, dividirmos com ele, somar-se a ele, sermos coletivo.
Se assim começarmos, fazendo pouco, o meu pouco somado ao seu pouco e ao do outro toma amplitude. Multiplica-se.
Por isso se faz necessário não deixarmos que as coisas do dia a dia passem despercebidas. Não nos indignemos somente com o nacional, com o macro mundo, mas também com o micro mundo que esta bem ao meu, ao teu lado.
Confesso que estou tentando,mas fazendo minha parte, de melhorar o meu mundo e poder apmpliar para o seu, assim quem sabe um dia o nosso será melhor.
Ai não importa mais se fazemos fazemos assim ou de outro modo, porque mesmo mexendo com colher de pau ou de plástico, teremos a certeza de estar fazendo certo.
Comece por você e se achar que está fazendo pouco, o pouco é melhor que não fazer nada.Alias já ia me esquecendo, pra mim tudo bem. E para o outro?
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Milagres acontecem?
Anderson Tomio
Porque dizes que milagres não acontecem, que tudo pode ser mero acaso?
Quando na verdade o acaso só mais um nome que dão as curvas do teu destino.
Olhes bem ao longe e me procures, observe bem atentamente.
Mas caso você não me encontre ao longe, tenha certeza que já estou ao teu lado.
Para saber disso, basta dar-me tua mão e caminharemos juntos!
Não duvide, nem ache estranho o que te digo, porque mistérios só existem
quando não podemos compreender a realidade.
Tudo há um porque, em ser, em estar e em acontecer.
Duvida?
Volte ao dia do teu nascimento, só não vai me dizer que você nasceu por acaso.
Hora, nasceu?
Pois bem, o acaso é tão “casual” que sua vida não teria um depois, podia parar ali mesmo.
Cruel não seria?
Deixando-te refletir e criar teus conceitos, ainda pergunto:
Milagres existem?
Pois se eu te disser que sei de tudo que sentes,
De tudo que vives, como a vontade que tens de amar;
estaria eu errado?
Olhe bem, perceba, esteja atento ao vento,
Que sopra teu pescoço e te faz arrepiar.
Estou bem aqui! Juntinho...
Transpus a fronteira do real ao imaginário, seja como quiser tratar,
mas o fato é, estou aqui!
Permita-se sentir, fechar os olhos e me ver.
O milagre da vida também está presente na ausência da luz quando fechas teus olhos,
e eu estou aqui!
Desvaneio tolo, pode dizer o que quiser,
ou mesmo pensar, sei que estais a pensar, analisar cada palavra,
no mesmo instante em que ouves
Várias delas, e eu, tua “voizinha” se está presente também.
Já percebeu?
Que, quando você “me” lê,
Você se ouve lendo, mesmo quando lê com os olhos,
E quando concorda ou não, essa voz vira quase um dueto,
Onde você lê, e sua voizinha concorda ou não criando opiniões.
Então te digo, milagres acontecem sim!
A tua inteligência, o teu discernimento é uma dádiva!
Mas tê-los sem estar vivo é o mesmo que nada,.
E o milagre se faz, realiza e é concreto.
Você é o milagre!
Você é vida! Ame-se e seja feliz!
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escrito em 04/05/2011 – 19:40h
]Imagem original: http://gealaveluz.blogspot.com/2009/08/veneraveis-mentores.html
terça-feira, 3 de maio de 2011
Revista Sopa de Siri - edição 10 anos - fevereiro 2011
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Luz dos olhos!
terça-feira, 26 de abril de 2011
UM ANO DE BLOG
**Postagem publicada dia 26/04 e editada dia 30/04/11 – 20:30h
já consta o resultado do sorteio realizado
em comemoração ao aniversário do blog.
Foto meramente ilustrativa – capa do livro sorteado
domingo, 24 de abril de 2011
A primeira postagem - 26 de abril de 2010
Sonhar
Anderson Tomio
Sonhar um sonho
que vem na mente
quase real
ate mordidas de dente
parece arrancar tudo afinal
mesmo que não machuque
é uma ilusão ou sinal.
Nada pagas por sonhar
então feche os olhos e durma...sonhe
o sonho logo virá.
Se é triste é pesadelo
se alegre, sorria, ria
pois sonho bom é igual perfume
o vento leva.
Em meu sonho sonhado
lindas coisas sonhei
sonhei que tinha sonhado
com pegadas na areia
mas a onda apagou o sonho
que numa noite avistei.
Ficou marcado pra sempre
aquele sonho sonhado
que foi pequeno e rápido
mas não foi ultrapassado
não era um simples respingo
mas uma gota de felicidade.
Sou feliz porque sonho
e sempre quero sonhar
seja com o que for
ou de quem neles lembrar.
Isto sim,
quero viver o que tenho sonhado
e novamente vou marcar
pois se o tempo apagar
sonho...que o sonho se refaça,
a noite renasça um pequeno viajar.
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Technorati Marcas: primeira postagem,blog,poesia,incio,26 de abril de 2010
imagem: sampisaudavel.blogspot.com/
quarta-feira, 20 de abril de 2011
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Um pouco de rima
Belas são as horas que passo,
Nem ouso vincá-las com fel
Deixo perfumadas com flores,
Umedeçe da vida ao meu céu.
Nem sempre me dás um sorriso,
Mas nem ouso a ti perguntar
Qual seria o derradeiro motivo,
Se meu céu já lustrei pra te dar.
Com todo brilho de luz reluzente,
Refletido nos olhos que vês
Eu nem digo que há tanta beleza
E delas nem preciso dizer.
Há na noite o perfume da dama
Misturado ao brilho do luar
Que poderia ser brega e insana
Mas é nobre vestimenta a usar.
Vens-me com olhar profundo e fixo,
Em meus olhos queres mergulhar
Enigmas que eu desvendo
Em teus lábios a encostar.
Belas são as noites sem horas
Perco-me no tempo e a razão
Com lua, estrelas e o vento
Embala-me ó teu coração.
Num beijo o tempo congela
A noite apaga a luz,
No escuro tateamos os corpos
E teu perfume seduz.
O que dizer do tempo e das horas,
Na noite que só você me importou
Agora manhã que aflora
Na noite que finda o amor.
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imagem original blazebio.com
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Desvaneios do entardecer…
Anderson Tomio
Ontem eu pensei no meu futuro,
um desvaneio louco ou pura sanidade,
mas não era o fim,
era o começo e recomeço de um amanhã,
via na vida o terrível medo de enlouquecer,
achei na morte o mais puro alento
pra me confortar, e parti.
Busquei nas estrelas a fagulha que me deu a vida,
busquei nos montes o perfume a me embalsamar,e achei
Vi nos olhos serenos a profundidade de um olhar
que me via na alma o que era antes de findar
o que eu tinha em mim antes de empoirar,
minha essência revelada com meu caminhar.
E silenciei na esperar do que podias me dizer
querendo as palavras para um alento
a me tranquilizar, que a vida foi e a vida veio
para se revelar.
Nada é em vão, nem mesmo o grito num peito
a emudecer,
nada é efemero, nem a gota so suor que escorreu
nada, é o nada que só tem tudo e sabe o valor,
não é o fim , e recomeço, é trajetoria e vivenciar,
que o passado o presente e o futuro
só me pertence quando então eu partir,
que o agora é misto de um pouco e tudo
nesse meu caminhar,
que as plavras são soltas nesse meu interpretar,
interpreto a vida, vivo na horas desse entardecer,
sem meio, um fim que começa ao amanhecer
buscando o sol, que aparece depois do luar
e silencia, respira a brisa e encontra o mar
a vida que segue, o universo a rege
a música que ouço,
e o acorde que toca, num ressurgir,
as carminas, os fígaros, os boleros,
a me embalar,
e jogo aqui, minhas chances de então eu ser,
ser o presente do ontem esperando o amanhã,
na tarde que finda, meu adormecer.
E sonho, me vejo num eterno voar,
percebo sou eu no céu a planar
e o sabor do vento que eu degustei
na brisa quente, tão terna,
que me acolheu, sem exitar,
me deixando ir, voei,
e nos braços do vento adormeci.
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escrito em 10/04/2011 – 18:49 h
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Ensaio sobre a razão, emoção e comoção de massa (traumas coletivos)
Por Anderson Tomio
Não lembro o meu passado, resolvi esquecer bem a parte que eu não gostei. Tinha ali um pouco de tudo, mas um rio corria feito turbilhão, rodando em circulo num movimento sem fim. Hoje não faço questão de lembrar-me de forma explícita, mas sei muito bem o que tem ali naquela “gaveta escura” e prefiro não revirá-la. Mas é inevitável uma coisa:
Dê que forma conseguimos esquecer momentos ruins de nossa vida?
Podem dar mil respostas! E acredito ser a mais numerosa delas, a de sugerir sobrepor o ruim com um momento e coisas boas. Boa tentativa!
Mas o que se sobrepõe sufoca o que está embaixo, mas não apaga. E assim, a meu ver, acredito que não conseguimos esquecer coisas ruins, marcantes, porque temos na nossa sapiência, em nossa característica, a de enfatizar o negativo e deixar o positivo pra horas de euforia. E a vida segue!
Frieza não é o que quero, nem muito menos, relevância, o que busco é pensar.
Rever a minha história, sugerir que você reveja a sua e encontre nas memórias segredos que você não mais lembrava, mas estavam ali adormecidos numa “gaveta escura” de sua memória. Usamos tantas formas de colocar o que foi ruim na gaveta, seja sobrepondo por coisas boas, seja evitando associar semelhanças ao fato, seja, simplesmente dizendo, que não se lembra dessa época.
Somos espertos, tentamos de algumas formas enganarmos nossa mente, mas ela ágil e rápida, Põe o que queremos na tal gaveta, mas cria um “backup” pra uma eventualidade que fará com que tudo venha à tona, como uma mola, de forma inesperada e veloz. São traumas que acordam.
Neste ponto, eu fico pensando nos traumas de massa. Nas dores e emoções em cadeia, que causam grande repercussão e ativam efeitos dominó.
Exemplo:
Vou citar dois na verdade, em questões diferentes.
· Morte do ex-vice presidente José Alencar
· Massacre na Escola Municipal Tasso Oliveira, Realengo/RJ
No primeiro caso, uma morte, onde o a vitima é vista como herói, porque buscava a cura ou a melhora pra quadros clínicos decorrentes do câncer, o que levou em tempo aproximado 16 anos e muitas intervenções médicas.
No segundo caso, também morte, mas agora de vários indivíduos crianças, que estavam em uma escola pra estudar. São alvejadas por tiros provenientes de arma de fogo que estava sob poder de um ex-aluno, que se dizia humilhado nos tempos escolares.
Não discordo que ambos os casos, são lamentáveis, mas um sobrepôs ao outro um “apagão” Houve comoção em massa no primeiro caso, ouve comoção em massa no segundo caso, e na sucessão de emoções, um fato colocou o outro na “gaveta escura” que se fará comover novamente a cada lembrança como se vivêssemos tudo novamente. Bom, devem estar me perguntando onde quero chegar..., pois bem aqui mesmo; que nossas lembranças ruins são sobrepostas de outras e camufladas na mente. Nesse ponto, podemos criar ou não o bloqueio, voluntário ou involuntário, mas na maioria dos casos, voluntário, mas de forma inconsciente. Quando afirmo isso, não busco em livros de psicologia ou mesmo de áreas que poderiam explicar como a sociologia e a antropologia, no sentido de estudarmos o comportamento social humano e a história do homem frente a isso de forma mental e física.
Meu ensaio, nada mais quer convidar você a refletir comigo, como nas questões coletivas, a vida em sociedade, se não nos “antenar-mos” somos levados pela maré. Seja ela de fato, coerente, ou mesmo um frenesi sem precedente. Os sentimentos de massa são perigosos. Podem ser, de revolta social político econômicas, de medo e insegurança, ser um canal de voz, as minorias que se tornam percebidas, vistas e atribuídas importância.
Sempre que ocorre algo assim, penso em quantos milhares de brasileiros nem se quer analisaram a situação ao qual se revoltaram e se sentem também revoltados pelo movimento que se apresenta. A massa gera massificação! Obvio, mas de muitos sentidos, sujeito a muitas analises.
Já refletiu? Pois bem, aja por você, expresse os seus reais sentimentos, e só faça parte da multidão, se ela estiver fazendo parte de você, caso contrário, reme contra maré e perceba nesse oceano.
Respeito ambos os fatos mencionados. Ambos que entristecem muito. Mas eu tinha que utilizar algo de relevância, algo com que você também possa ter visto e sentido, se não de nada valeria ensaiar.
Num breve resumo, buscar o entendimento de nossas emoções, serem também racional, porque as emoções nos impedem de agir de forma coerente.
É arriscado! Mas sei que amanhã muitos terão esquecido o massacre, como já esqueceram o ex-presidente e assim por diante. E o que fizemos?
Vimos tudo ocorrer diante dos olhos, fomos e somos testemunhas oculares da história e nem pra isso fazemos mudar o rumo de nosso futuro.
Deixo com o objetivo de instigar o pensamento, a pergunta:
O QUE VOCÊ QUER VER AMANHÃ NO NOTICIARIO QUE TERÁ CAPACIDADE DE ENVOLVER EM MASSA OS BRASILEIROS?
P.s: desafio mesmo é envolver grupos sem a mola das emoções.
Posso ter escrito algo que você não concorde ou tenha a acrescentar, mas de forma a expressar o que penso, ensaiei.
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Entre laços…
Anderson Tomio
Entre o sonho e a loucura,
um estalo,
entre o branco e o preto,
o cinza,
entre ao céu e o inferno,
a terra,
entre a vida e a morte,
o desejo,
entre eu e você,
a distância.
Meu sonho, chegar ao futuro,
a loucura, apreviar o tempo,
do cinza,
só os traços de meu grafite,
e no céu o desejo de voar,
o inferno nem quero pensar,
mas na terra permaneço,
meu habitar,
de mim, só um segundo
de você, uma eternidade
e os pontos se ligam,
o futuro chega,
o que era sonho,
acontece.
Juntos!
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escrito em 07/04/2011 – 19: 40
imagem blogdicas.com.br/fotos/
terça-feira, 29 de março de 2011
Timidez!
Anderson Tomio
Na magnitude do teu olhar sereno,
vês que me lanças o olhar
sentada em um banco vazio,
eu contigo vou falar.
Que palavras digo primeiro
as belas ou as sinceras?
Falar o que desejo é arriscado,
quando o assunto é você.
Não sei então se falo palavras belas,
e a sinceridade deixo de lado,
será que te digo o que sinto?
E esse teu olhar sereno,
sútil, seduz, inebria.
Toca fundo o meu olhar,
atinge meu coração.
É que na verdade tenho vontade….
Tenho mesmo é que ser breve,
aproveitar o momento, e falar,
o tempo passa muito depressa
e com ele aumenta minha vontade, sana,
e insana de ter você.
Fico trêmulo, quase sem ar,
a vida passa e nem por uma vida
ali no banco você estará a me esperar.
Tem de ser agora, contigo quero ficar.
“Fica*” comigo?
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escrita em 11/07/1995
* “ficar” : gíria utilizada para um beijo ou relacionamento sem compromisso, esporádico e casual.
imagem original: detudosoumpouco.blogspot.com/2011/01/amizade.html
segunda-feira, 28 de março de 2011
Libertação
Anderson Tomio
Vibra feito trovão
e ecoa horizonte adentro, no vazio
a madrugada testemunha o grito,
afastado do silêncio, choro,
me prosto diante de meus medos,
dou chance que me chicoteem
e padeço por um instante da eternidade.
Cai a lágrima solitária, que num gesto ousado,
sai de mim e suicida-se no vazio,
lança-se ao chão como sendo a melhor alternativa,
busca um rio que não existe, seca.
Cristais formam-se no seu leito de morte,
e o sal de minha vida agora é pó,
voa com o vento e conclui seu objetivo,
estar livre.
Eu, ainda diante do abismo, não pulo,
não olho e recolho-me pra dentro de mim,
escondido do mundo, emudeço nas palavras
mas sou puro sentimento,
sensibilidade se faz presente,
e o exemplar humano humaniza-se
mostrando-se como é, como se sente,
e então é puro homem,
com passado, presente e talvez um futuro,
mas com objetivos, com sonhos,
que se perdem no horizonte escuro.
Mas sei que há uma luz, eu sei que há,
e na fagulha que vejo me firmo, me ergo,
e com passos fisioterápicos,
inicio minha caminhada.
Transponho os medos, salto o abismo,
e percebo-me diante da luz,
onde agora estás a minha espera de mãos estendidas.
E não exito, sigo como que tem hora marcada,
bagagens a postos e começo minha viagem
rumo ao tempo de onde eu um dia partira.
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escrita em 28/03/2011 – 19: 32 h
imagem: viajenajanela.blogspot.com/2011/03/sentimento...
sábado, 26 de março de 2011
Pare agora de reclamar…
TOCANTE!!!
Que lição de vida! Um convite a refçexão!
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quinta-feira, 24 de março de 2011
Até quando?
Por Anderson Tomio
Até quando?
As necessidades humanas irão sobrepor os riscos, e sucumbir a vida em silêncio?
Teremos na dor o aprendizado para evitar novos desastres?
O dia terá sol e será alegre para que você contemple o céu?
Tudo estára perfeito, diante dos riscos “calculados”?
Estaremos ingênuos para dizer que tudo vai bem, quando realmente sabemos que não vai?
Deixaremos de pensar no outro?
Até quando?
**Em homenagem as vitimas de todas as mazelas ocorridas na atualidade deste
primeiro trimestre de 2011. Paz e Luz!**
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