Comentamos e até nos revoltamos com fatos cotidianos. E já pensou no que acontece com você, ou poderiam acontecer? Os fatos próximos e os de longe, ocorreram em algum lugar e tempo. É valido preocupar-se com mundo e com país, mas e o que acontece do seu lado agora? “_Mas, você viu o que fizeram?” Pronto, foi o motivo para nos transportarmos do nosso mundo, para o mundo dos outros. Deve estar pensando, então é proibido comentar sobre que acontece longe? Não de forma alguma! O que ocorre é a dimensão que as coisas tomam sem que percebemos. É como mexer o caldo com colher de pau e você pedir pra eu mexer com colher de plástico. Vou faço e pronto!Sem perguntar, passo a mexer e fazer porque me dissesses que é melhor. Preguiça mental! Há casos e casos e o “oba-oba” das conversas contagia o mundo ao seu redor. Muito Bom! Você pode analisar que estou a descrever o que de fato é natural. Por favor, faça isso! Posso fazer uma pergunta? Quando foi a última vez que discutiu com o vizinho o problema dos alagamentos, dos assaltos, da violência que estamos expostos há todo momento? É ponto que quero chegar!Precisamos nos engajar com os assuntos de nossa comunidade, vivenciar a nossa realidade e buscar ações, soluções para um problema que poder parecer ser só do outro, mas é coletivo. Aliás, relevante ser COLETIVO. Cada vez mais vivemos em sociedade individual, adquirimos o hábito de ver o mundo pela TV, pela internet e discutir os assuntos na padaria, no ônibus e mesmo no elevador do prédio. As ações se resumem a comentar. O fato é que a vida em sociedade precisa de ação, interação! Se eu agir, fizer a minha parte, mesmo pequena, será melhor que não fazer nada! E se acreditar que sou um ser humano que age porque dei minha opinião sobre algum fato que veio a ser notícia, como o assalto a aquela lotérica, um estupro e ao congestionamento no trânsito, estou enganado! Não vivemos sozinhos e a minha ação fará a diferença na minha vida e na vida e na sua, porque somos coletivos, por mais que queiramos ser individuais. Continuemos a comentar no botequim, mas não podemos cobrar o que só comentamos e temos como regra não ser de nossa responsabilidade. Pois bem, veremos de quem é a responsabilidade então? E quando descobrirmos de quem é, devemos estar fazendo a nossa parte, porque quem cobra e reivindica tem que estar ciente do que faz e ter iniciado o processo de mudança a partir de si. Porque se “não é da sua conta” alguém vai pagar por isso. Mudar não é pensar, é agir!
Muito de mim, um pouco do mundo: a união substancial da alma, das palavras e das bagagens que agrego do mundo. Blog focado em poesias, crônicas e textos de minha autoria. * Ano 15 *
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terça-feira, 27 de setembro de 2011
Isso é da minha conta?
Por Anderson Tomio
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quarta-feira, 22 de setembro de 2010
.Tolerância ou Intolerância?
Estava aqui pensando.....opa eu penso..rsrsrs
Todos nós é claro, isso é o que nos difere de muitas espécies.
Na verdade analisava os fatos do cotidiano, as relações humanas.
Sim, essas são tão interessantes!
Partindo já do acordar, o encontrar familiares em casa....tudo começa ali.
Bom dia, as caras de sono, cabelos as vezes ainda por pentear. Toleramos tudo.
Mas na verdade o quão somos tolerantes?
Se formos pensar nisso mesmo, acredito que enlouqueceríamos ou então já daríamos vida há
um novo tumor em alguma parte do corpo.
Quanto stress!
Tolerar, esse muitas das vezes é o verbo do dia.
Cada um é um ser humano diferente, e entre nós, como somos na verdade seres complicados.
Metódicos, cheios das manias.
Essa ultima percebo nas relações de trabalho, ao quais analiso agora.
As manias no trabalho ao meu ver acabam por atrapalhar o desenrolar do processo produtivo.
Nos apegamos a detalhes. Deixamos de ser práticos.
Que ponto complicado eu acabei por chegar......a praticidade.
Eu mesmo me irrito em silencio com os rodeios e manias, muitas, mas muitas voltas pra chegar ao ponto onde eu já estou por esperar faz algum tempo.
Não pensem que sou um expert, a questão é praticidade. Precisamos ser práticos para sermos ágeis.
Redundante? Pode ser.....mas nem sempre a praticidade leva a agilidade. Os percalços e intermeios
podem atrapalhar essa segunda parte. Enfim....ai deixa de ser prático e ágil.
Você deve estar se perguntando..... “ meu....o cara viajou...”
Pode ser sim.
Há mas convenhamos....quem nunca o fez....ao divagar por pensamentos e análises.
Tá vendo só, onde cheguei.....ao que falei lá nas primeiras linhas: TOLERÂNCIA.
Difícil! Complicado!
Ser tolerante é tarefa árdua!
Mas o ser humano está perdendo o páreo. Bastam pra isso ver os noticiários.
“Briga de transito acaba em morte”
“Apressado estaciona em vaga reservada para deficiente”
“tiros são disparados para conter manifestantes”
Tolerância.....ao que me parece já tá fazendo parte do “bloco da naftalina”, em que a frase “ei você ai , me dá um dinheiro ai...” era a mais pura e inocente marchinha de carnaval.
Sério! Vai se arriscar pra ver.
O que percebo hoje é mesmo a formação de quadrilha, estão atacando em grupo.
A intolerância aliada a falta de paciência, juntou com a raiva, criam jutas a violência que aniquilam
a boa convivência humana.
Tirando a brincadeira com as palavras....o assunto é serio!
Mas uma coisa é fato: se não formos intolerantes não perceberemos as mazelas do mundo.
O comodismo toma conta e parece que estamos em outro planeta, nada mais nos atinge, indiguina,
ou mesmo deixa nervoso.
Vegetamos!
Não pretendo me estender mais nas palavras, não por falta de assunto ou do que escrever, como dizem, daria uma tese. E que tese!
Todos somos meio médicos, psicólogos, políticos em em tempos de copa...técnicos de seleção.
Isso é bom! Sinal de que estamos interagindo com o mundo e as coisas que acontecem.
Faz parte da construção de ideias e aprimoramento da consciência.
Só quis dar inicio a uma reflexão....
A proposta tá lançada, e a partir dela busquemos formas de fazermos desse mundo um lugar melhor pra se viver.
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