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quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Beijos

Anderson Tomio

O Luar a beijar nossa praia
e eu a beijar teus lábios
a onda a beijar as areias
e nós a lermos os sábios.
Sentia forte o teu beijo
que não quis cessar o beijar
e com beijo cresce o desejo
de outro beijo te dar.
A cada roçar de língua, um beijo
e eu a beijar-te como o luar
vinha na praia perdida,
perdidamente a te beijar
o teu beijo na noite, beijo sem terminar.
A vontade de tudo cresce no beijo
e não mais só teus lábios beijava
passava o beijo em teu corpo inteiro
e aos lábios logo voltava.
De beijo em beijo, cada um mais forte
e com beijo, crescia a força
de um e mais um beijo
gostoso em tua boca.
Em teu queixo,
em teu pescoço,
em teu......
Sou louco ao beijar-te pouco
mas mais louco se pouco beijar
teus lábios com os meus se encontram
buscamos a magia do beijar.
Teu corpo agora beijado
e beijado em todo lugar
mas com certeza já sabes
em tua boca eu retornar.
Quero ter em meus lábios o calor
do teu beijo, do teu tudo
eu, aquele tão tímido, sou louco
mais um beijo pra delirar.
Vamos a cada beijar
eu e você, eu em beijo
você em desejo, querendo
mais beijo,mais tudo
beijando começar, beijando terminar.
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(27/01/1998)
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Imagem:gordinhaousada.blogspot.com

.Tolerância ou Intolerância?

Estava aqui pensando.....opa eu penso..rsrsrs
Todos nós é claro, isso é o que nos difere de muitas espécies.
Na verdade analisava os fatos do cotidiano, as relações humanas.
Sim, essas são tão interessantes!
Partindo já do acordar, o encontrar familiares em casa....tudo começa ali.
Bom dia, as caras de sono, cabelos as vezes ainda por pentear. Toleramos tudo.
Mas na verdade o quão somos tolerantes?
Se formos pensar nisso mesmo, acredito que enlouqueceríamos ou então já daríamos vida há
um novo tumor em alguma parte do corpo.
Quanto stress!
Tolerar, esse muitas das vezes é o verbo do dia.
Cada um é um ser humano diferente, e entre nós, como somos na verdade seres complicados.
Metódicos, cheios das manias.
Essa ultima percebo nas relações de trabalho, ao quais analiso agora.
As manias no trabalho ao meu ver acabam por atrapalhar o desenrolar do processo produtivo.
Nos apegamos a detalhes. Deixamos de ser práticos.
Que ponto complicado eu acabei por chegar......a praticidade.
Eu mesmo me irrito em silencio com os rodeios e manias, muitas, mas muitas voltas pra chegar ao ponto onde eu já estou por esperar faz algum tempo.
Não pensem que sou um expert, a questão é praticidade. Precisamos ser práticos para sermos ágeis.
Redundante? Pode ser.....mas nem sempre a praticidade leva a agilidade. Os percalços e intermeios
podem atrapalhar essa segunda parte. Enfim....ai deixa de ser prático e ágil.
Você deve estar se perguntando..... “ meu....o cara viajou...”
Pode ser sim.
Há mas convenhamos....quem nunca o fez....ao divagar por pensamentos e análises.
Tá vendo só, onde cheguei.....ao que falei lá nas primeiras linhas: TOLERÂNCIA.
Difícil! Complicado!
Ser tolerante é tarefa árdua!
Mas o ser humano está perdendo o páreo. Bastam pra isso ver os noticiários.
“Briga de transito acaba em morte”
“Apressado estaciona em vaga reservada para deficiente”
“tiros são disparados para conter manifestantes”

Tolerância.....ao que me parece já tá fazendo parte do “bloco da naftalina”, em que a frase “ei você ai , me dá um dinheiro ai...” era a mais pura e inocente marchinha de carnaval.
Sério! Vai se arriscar pra ver.
O que percebo hoje é mesmo a formação de quadrilha, estão atacando em grupo.
A intolerância aliada a falta de paciência, juntou com a raiva, criam jutas a violência que aniquilam
a boa convivência humana.
Tirando a brincadeira com as palavras....o assunto é serio!
Mas uma coisa é fato: se não formos intolerantes não perceberemos as mazelas do mundo.
O comodismo toma conta e parece que estamos em outro planeta, nada mais nos atinge, indiguina,
ou mesmo deixa nervoso.
Vegetamos!

Não pretendo me estender mais nas palavras, não por falta de assunto ou do que escrever, como dizem, daria uma tese. E que tese!
Todos somos meio médicos, psicólogos, políticos em em tempos de copa...técnicos de seleção.
Isso é bom! Sinal de que estamos interagindo com o mundo e as coisas que acontecem.
Faz parte da construção de ideias e aprimoramento da consciência.
Só quis dar inicio a uma reflexão....
A proposta tá lançada, e a partir dela busquemos formas de fazermos desse mundo um lugar melhor pra se viver.

Somente S.

Anderson Tomio

Seu sorriso sai
seu semblante suspira
sorrir, se sopra suaves sopros,
sendo seus sopros,ser saudade.

Sabes,seu sorriso suave
seus sussurros, seu sopros,
sempre são saudades, são sentimentais.
São sabedores, sopros superiores.

Sou seu sentimento
seu ser sublime
seu sopro, sua sabedoria.

Sempre saberás
se sinto saudades suas
sou sempre seu sorriso, sua sombra.

(escrito em 14/10/1994 )

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Vento

Anderson Tomio

vento1

Vento que varre o quintal,

afasta das pedras toda poeira,

abre caminho em meio ao capim,

faz da folha que cai, uma borboleta,

sopra, vaga, abraça,

ó vento, que cantas aos meus ouvidos,

que mensagens trazes de longe,

o que insistes em me dizer?

Eu viajante do tempo,

sinto teus braços me abraçar,

um enlaçe, uma união,

me arrepias com teu toque frio.

As mensagens vejo no céu,

escrevestes pra mim usando nuvens,

eu contemplo, a mente voa contigo,

deitado a relva, flutúo,

sinto me a voar, me levas,

me envolve em teus braços,

me carrega contigo, ó vento.

No teu canto, me embalo,

na tua leveza repouso,

adormeço.

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           Imagem:cidadesolitaria.com

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Processo Criativo.

Anderson Tomio

processocriativo

A música embala os pensares, tantos deles,

vago e viajo num conjunto de notas,

as vezes as mais graves, outras mais agudas,

todas tocas, soam, me levam,

com elas viajo, vou ao meu interior,

nele minha consciência dialoga comigo, me intui,

e no compasso da música surgem as palavras.

Vem como relâmpago, preciso escrever,

e escrever, e escrever, não posso perder,

nem uma, nem o fio, nem minha voz interior.

A mente dança freneticamente, me diz muito,

e ouvindo minha voz interior, escrevo.

Coloco aqui todas, não ouso em trocá-las,

sou logo advertido e a minha voz interior me diz,

pra deixar como está.

Processo louco, que poucos entendem,

se assemelha a abrir uma torneira

tem que ser rápido pra por a água no copo,

se não ela desce pia, cano adentro e já era.

Se fechar, não é mais a mesma água que vai sair,

não tem como moldar, tem que ser esta, é única.

E minha mente fica assim, ouve a música,

escreve e lê ao mesmo tempo, mas não pensa,

só escuta o que vem do interior, e joga,

na tela à digitar, ou no papel à escrever.

Insano processo de criar, de compor,

de se doar nas palavras.

Torná-las únicas, belas e sutis

para te tocar, para te fazer pensar em meu pensamento.

Sim, pensar em meu pensamento,

não penso quando escrevo, deixo apenas fluir,

penso depois quando leio o resultado,

e aprecio minhas palavras, ou não tão minhas,

mas de meu corpo escrivão e minha alma

que dita-me cada sílaba, verso e linha,

numa doação de amor.

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Escrita em 17/09/2010- 00:18 h – ao som de Marrakesh – by Lorena McKennitt

Edição de imagem:AndersonTomio

Imagem: musica:bensbrasil.com

Imagem: olho:blog.notopodarenda.com

Imagem:mão:andreluizsiqueira.wordpress.com

Imagem: mente:esde2010.wordpress.com

No caminho da luz!

Anderson Tomio

arcnj_miguel_11 

Palavras, tantas delas soltas num papel,

alimentando a alma, ferida,

regando as memórias de meu passado, sombrio,

deixando-me declarar o que realmente sou, alma

vivendo na escuridão, ou no mais profundo sono,

mas vivendo esperando meu regresso.

O tempo me dirá daqui a algum tempo

o tempo que por aqui fiquei, na espera,

escutando gemidos e rangeres de dentes, na sombra,

mas esperando o meu regresso, a minha volta.

Começarei engatinhando, virei de baixo,

mas ressurgirei como quem veio pra brilhar,

serei aclamado e afastarei das sombras,

ofuscando seus  olhos com minha  luz,

serei nobre, mas humilde, serei amigo.

Quero nas palavras, dizer-te a saudade,

o quanto esperei pra estar ao teu lado, viver na luz,

e agora sorrir, somente sorrir e viver.

Meu regresso sei que não irá demorar,

mas preciso acostumar-me a volta,

me adaptar a terra, que a tempo habitei.

Viverei junto ao mar, serei capitão,

o meu exército será de paz, mas navegará,

de encontro aos inimigos da minha palavra.

Era essas a palavras, poucas, mas minhas,

ditas, escritas por ti.

Me vou, a luz ainda me chama,

dela tenho que me abastecer para voltar.

num regresso preparado e breve.

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Escrito em 16/09/2010 – 23:35 h-intuído

Technorati Marcas: ,,,,

Imagem: Miguel da luz.l original:http://www.luzcristica.com

edição imagem: AndersonTomio

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Amor…antigo ou novo?

Anderson Tomio

camaepetalas

“eu sou aquele amante a moda antiga…..

….do tempo que ainda manda flores…”

Flores? Odeio rosas vermelhas, amo o amarelo”

Que?

O que você está fazendo, ao partir e me deixar só

esquecer do nosso legado que pretendemos contruir,

esquecer do ontem, nem se quer ver o hoje, assim?

Não quero nem pensar no amanhã.

Estou pela metade, porque você é uma parte de mim,

e está indo embora, não vá!

Serei pelo “meio”, meia vida, meio amor,

querendo ser teu, torna-se inteiro, torna-se único.

O vento leva teu perfume,

as velas todas choram ao fim do jantar,

restam um rio, as estalactites da alma, penduradas no castiçal.

Não queria falar das flores, 

mas essas enfeitaram nossa cama,

deram aroma ao nosso banho.

Será que foi isso?

velas, pétalas, incensos, já estão tao comuns nos “ninhos de amor”,

as separações também.

Mas porque?

A cada dia querendo me completar,

buscando contigo uma aliança, um elo,

mas nos tornamos somente argolas.

Estas podem estar próximas,

mas argolas não  se unem, são individuais!

Estou meio, sem o perfume,

no escuro das velas que queimaram,

sem falar no jardim, que das rosas,

só restarm as ramas…

Quanto tenho me dado,

quanto tenho ficado nas noites, nos dias,

ficado a te esperar, ficado sozinho em meu mundo.

Será mesmo que quero amar?

Dói pra arrumar um, dói mais ainda quando ele se vai.

Não há como regular sentimentos,

e num olhar, está se amando novamente.

Mais vezes irei acender as velas,

morangos e  a champagne no gelo,

e os aromas serão os mesmos.

Mas uma coisa sei que não….

ao olhar pra o lado, para minha frente,

verei você, diferente, não, até que meio pareceidinha com a outra,

mas está “valendo”.

Quando você dormiu, roncou, e quase colou o rosto

na baba que escorria de sua boca, no travesseiro

de penas de ganso, eu pensei…

As histórias sempre se repetem,

o amor não é criativo!

Já temos esteriotipado o amor em nossas mentes,

e como vamos demosntrá-lo a pessoa amada?

Um não será nada original, refazendo velho e falidos rituais,

e a outra, uma mentirosa dizendo que “ai amor…que lindo!”

como se fosse a primeira vez que tivesse tomado

champagne com morangos, e sentindo o perfume de

incensos de yang-lang pra dar um clima afrodisiaco.

Porque não somos originais?

Precisamos fazer mil rodeios pra demonstrar o afeto, o amor,

quando na verdade eu podia te mostrar que amo,

lhe dando um gole de café naquela minha

caneca de estimação, com desenho do snopp,

ou estando perfumadinho com o sabonete da promoção

que tinha no mercado.

Estarei limpo e cheiroso, e isso não mudou meu amor.

Tudo bem! eu paro.

Você deve estar achando loucura e nada romântico nisso.

Mas o ramantismo está na simplicidade e autenticidade.

Ninguem é um contante “publicitário”, que se mostra,

se divulga para amar.

O amor é falido, quando queremos voos muito distantes,

não percebendo-o ao nosso lado,e nem dando valor a gestos menos elaborados.

Se estamos enamorados, podemos sermos nós mesmos, puros,

sem medo de fazer feio, como aquele namorado- amante que antes de casar leva à pretendida

nos melhores locais, nos melhores motéis, mas e depois?

Nem o tapetinho da sala é lembrado, pra dar uma variada.

O amor não sobrevive a monotonia. Amar é inovar!

Quando não inovamos, é porque não nos damos mais conta da presença do amor,

tudo é igual, e as dores de cabeça, e o “dormir de bunda”  já não são fatos

a serem comunicados, viram comuns. O fato seria mesmo, comunicar que esta com tesão,

e que se quer amar e ter prazer.

Esse já seria um fato inusitado depois de anos.

Mas o amor,  muito além de tudo, é pra ser sentido, ser amado.

Enfim ele mesmo o amor, fonte de tanta inspiração, pode ser o vilão da história?

Não é ele, mas os enamorados, os amantes,

Podemos inovar, fazer diferente a cada dia, ou tentar novamente.

Mas uma coisa podemos deixar como está, ou não?

Para inovar não será necessário mandar rosas amarelas dizendo no cartão

que “eu te amo”, só porque ela gosta da cor amarela. Ama o amarelo.

Poxa se ela ama o amarelo, inove. Mande rosas vermelhas com o cartão

“eu te amo”. e surpreenda! Seja o vermelho, seja amado!

Amar é isso!

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Escrita em 15/09/2010 – 20:30 h

Imagem original:http://www.e-familynet.com

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Na caminhada…

Anderson Tomio

pedradocaminho

Haviam conchas na areia,

brancas, amareladas, várias delas,

formavam pra mim um tapete,

em minha caminhada a beira mar.

O sol se despedia, num último lamento,

beijava as águas a se esconder.

Até que encontrei uma pedra em meu caminho,

porém antes de desviar ou tirá-la dali,

parei à contemplar.

Por um instante fiquei imóvel,

mas peguei a pedra em minhas mãos,

sentei na areia seca e fiquei a contemplar,

o peso, tamanho, textura….viajei.

Percebi que aquele fragmento de matéria,

fazia parte do mesmo mundo que eu.

Em pensar que na simbologia do tal pedaço,

dos “atirar pedras” usado na linguagem cotidiana.

Lembrei que costumo pensar que,

as pedras que atiram à mim edificaria um castelo,

esse já  quase  pronto, também  aguardo que me lancem

terra para que eu possa fazer o jardim.

Mas quando o jardim estiver pronto,

com árvores, frutos,

cultivarei uma rosa especial,

me refugiarei definitivamente dentro de meu castelo?

Ou ainda com outras pedras, serei louco,

de erguer a mais alta torre,

e me arriscar a observar tudo do alto?

Verei lá de cima, o horizonte,

a praia, as conchas e as pessoas

de forma diminuta…

Deixarei o contato com elas,

não sentirei mais o prazer da brisa do mar em meu rosto,

nem mesmo a massagem em meus pés feitas pelas conchas na areia?

De que me adianta ter o castelo, minha fortaleza,

se nela não permito acolher o outro,

que me atira pedras ou ainda está a edificar o seu.

Haviam conchas na areia, o sol num último lamento

a se esconder nas águas do mar, continuarão,

a vida continuará,

mas a minha estará passando,

se do alto de minha torre, não descer,

baixar a ponte e fazer parte do mundo.

Não serei fraco, serei forte o bastante,

porque não mais caminharei sozinho,

você e tantos outros de pensamentos afins ou não,

estarão ao meu lado e caminharemos juntos!

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Escrita em 14/09/2010 – 01:05 h – ao som “A conquista do paraiso” –Vangelis

Tem como objetivo fazer-nos refeltir, pela convivência em sociedade, pelo respeito,

porque estamos todos habitando o mesmo “castelo”.

Imagem: http://antifotologgers.blogger.com.br/

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

No MSN com a Chuva.

Andeson Tomio
CHUVA222 (online)
Ok, á adicionada.
Online, fazer chamada de voz,
……. aceitou.
Oi, tudo bem?
Chuva, precisava mesmo falar com você, que bom que me adiconou.
Assim, então….. ,tenho que te contar uma coisa, pra ver se você vem logo.
O sol está ao alto, forte, a energia  dele queima o chão seco,
você não vem, não é de agora.
Por onde andam essas gotas de vida?
As plantas secaram, o chão rachou, queimam meus pés ao caminhar.
Ah chuva! porque não vens?
Estás agindo igual a amigos distantes, aparecem confortam e somem na imensidão do mundo.
Mas sabemos de seu regresso, não sabemos a hora.
O poderia eu ter feito a você chuva?
Magoado comigo?
Quê? deu interefência, mas ó,
escuta, tenho agido de forma tão consciente, olha, eu separo lixo, eu limpo quintal,
não corto árvores, mas também, a volta de minha casa há um lindo ladrilho.
Sabe, escolhi na melhor loja da cidade, a fábrica então,
enorme, tem milhões de metros quadrados .
Mas eu não desmatei nada viu.
Não foi eu, eu sequer mato um inseto,faço tudo certinho.
Mas ontem fui a uma pizzaria, já que você não veio pra “molhar” o meu passeio.
Mas não foi uma pizzaria qualquer,sabe aquela famosa , pela massa,
humm da água na boca só de lembrar, também, o forno é a lenha, deixa massa com sabor especial.
Mas eu, eu nao desmatei nada, heim, jamais peguei num serrote se quer
pra cortar um galhinho assim…ó pequenininho.
E você teima em não aprecer né chuva.
Isso já me deixa de cabelo em pé, porque você quando vem,
faz igual familia quando vai pra praia, leva tudo que vê pela frente,
e deixa uma sugerada quando vai embora.
Mas eu não faço isso nâo heim, na praia, recolho meu lixo direitinho,
ponho tudo numa sacola só, e jogo no lixo comum mesmo,
pra não perder tempo no passeio.
“Mas tá vendo né chuva”,  estou  fazendo minha parte bem certinho.
Me revolta quando vejo que muita gente não faz,
que não dá bola para preservação.
Agora está ai o resultado, seca demais, chuva de menos,
ou então chuva de mais, sol de menos.
Tem horas em chuva, que acho o mundo igual um chuveiro ruim,
hora esquenta demais, hora fica frio, hora sai muita água, hora só alguns pingos,
mas isos também não é tão dificil de resolver.
Comprei um chuveiro novo!
Ultimo tipo, tem até controle remoto, comando a distância as funções.
O jato de água, nossa uma beleza sabe, dá vontade de ficar horas ali no banho.
Uma maravilha!
Mas olhe nem se preocupe, eu economizo água.
Já que você nãp aparece, ó chuva,
eu fecho a torneira pra escovar os dentes e
o carro só lavei duas vezes essa semana, pra economizar um pouco.
Mas você chuva,  podes me dizer quando vens?
Sim, já está fazendo falta, e muita.
Mas ó, vem com calma viu, mata nossa saudade aos poucos,
porque da última vez que você veio, pensei que não iria mais embora,
ficou por dias direto marcando presença.
Posso te esperar?
Certo então? te aguardo.
ok.abraço!
(offline)
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escrita em 13/09/2010
Imagem: criação minha no photoscape
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A força do sorriso

Anderson Tomio

Eu sei de onde veio, o sorriso,

não sei de onde veio, as lágrimas,

mas  sei de onde eu vim.

O tempo me guia, e vivo!

A alegria do sorriso transborda de meu ser,

e me abasteço das lágrimas.

Estas insistem em não rolar,

permaneçem em meus olhos,

embaçam a visão.

Mas me sinto feliz, sorrio,

então as lágrimas vão embora,

toda escorrem face abaixo,

buscam a terra, morrem.

Eu contemplo minha alegria,

minha serenidade, a força.

Não fui abalado, mas refleti,

pensei em cada uma delas,

mas isso me deu mais forças, para então sorrir.

Minha alegria vem de dentro,

as lágrimas vem de fora,

mesmo lançando-as à mim,

mas não há lágrima que resita

a um sorriso.

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escrita em 13/09/2010 – 14:15h

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quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Minha Terra

Anderson Tomio 

praiadomorcego

( Praia do Morcego –Itajaí-sc – Morro onde tem a caverna do Morcego)

Eis a bela terra,

que banha-se nos mares e bronzeia-se ao sol.

Eis a terra que é fértil, que nela tudo planto, tudo cresce  e também floresce.

Eis a terra da igualdade,

onde a felicidade, a amizade e a alegria,

não disputam espaços com a bondade.

Eis a terra do trabalho, onde se faz, não espera,

onde busco, procuro, não dependo.

Eis a terra, que não é terra, é estado, é nação é país.

Eis a terra que se diz, terras boas, coração

essa terra que é sentimento, é amor,

essa terra que é humana,essa terra que une, soma,

Eis a terra que sonho, minha terra, a terra da união.

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escrita em 26/07/2002

Imagem:arcadenoe.ning.com

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Mundo Inteiro

 

 

 

Roberta Campos

Quero ver você com esses olhos
Olhando para mim olhar inteiro
Falo bem baixinho e completo
Passando a mão no teu cabelo
Esqueço que a hora passa e invento
Um modo de ficar por muito tempo
Seguro tua mão e me contento
Fazendo isso durar por toda vida

Eu vou, eu vou, eu vou
Ficar com você amor

Quero ver você com esses olhos
Olhando para mim olhar inteiro
Falo bem baixinho e completo
Passando a mão no teu cabelo

Esqueço que a hora passa e invento
Um modo de ficar por muito tempo
Seguro tua mão e me contento
Fazendo isso durar por toda vida

Eu vou, eu vou, eu vou
Ficar com você amor

Se me disser que amanhã é tarde
Te falo mil razões que me invadem
Preciso de você o mundo inteiro
Agora que já sabe da um jeito

Eu vou esperar você amor
Pode ser o tempo que for
Eu tenho a eternidade aqui comigo (2x)

Se me disser que amanhã é tarde
Te falo mil razões que me invadem
Preciso de você o mundo inteiro (parada)
Agora que já sabe da um jeito

Eu vou esperar você amor
Pode ser o tempo que for
Eu tenho a eternidade aqui comigo (2x)

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Twitter: www.twitter.com/robertacampos

myspace: http://www.myspace.com/robertacampos

Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=VWlmMomL8-0&feature=related

Passagem

Anderson Tomio

tunel

Cintilante quão branco,o véu amargo,

ferro, fere fundo o coração,

no topo, águias, víceras, fétidas, imundas,

passagem animal rumo ao planetão,

carece, cresce, adormece, emudece na alma,

que recria, gris, o brio, vive e vivera num morrer,

de dores ao acordar e rumores num falar,

de duas tias, de duas vias, num falecer cheio de dores,

primas, elas ligadas cultos e ocultos, chamas,

inocente pueril, vil , na porta do covil,

arde em chamas, dói nas dores,

atemporal, fragemento de pele, pó de ossos,

remorços, covis,  gris, que viraram capacho,

sem laço, sem luxo, são lixo, são claros,

retrato da falência, da ausência da  missão.

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escrita em 04/08/2010 – 14:25h

Imagem:fecer.blogspot.com

Com auxilio de M.B – 01/08/1976

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quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Momento Mágico!

Anderson Tomio

beijomomento22

Te olhei nos olhos, silenciei,

buscava neles algumas respostas,

mas acabei encontrando-as em teus lábios.

Tudo o que eu queria saber,

me disseste em silêncio, tudo.

Meu coração concordava com todas a palavras,

e te sentia no mesmo ritmo,

nossos corações se alinharam em uma mesma melodia,

e o tempo parou!

Por um momento não escutei nada mais,

nem mesmo sentia na pele o toque do vento,

apenas senti o teu toque,

apenas escutei a tua respiração,

que ouso afirmar,

que se não estivesse contigo em meus braços,

eu havia levitado.

Teus olhos, tua boca, sorriso,

neles vi a minha felicidade,

traduzida num olhar e

sentida num beijo.

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escrita em 08/09/2010 – 19:50 h

Imagem original:kalinesia.com

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terça-feira, 7 de setembro de 2010

Saudades!

Por Gabriel Contine

saudadechoro   

Grandes amizades que temos hoje em dia com cada colega, amigo seu desde pequeno, nasceram praticamente juntos, sem saber o que o futuro lhes guardava. 

   Quando tornam-se jovens descobrem que aquele dia virá de qualquer jeito, trazendo a dor de um aperto no peito. Levando seu grande amigo embora de suas mãos.

Nesse instante, que você lembrará de todos os momentos felizes e tristes juntos com o seu querido, vendo sua foto junto com ele, onde a dor vai aumentar e você vai implorar para estar perto dele.

Contatos haverá sim, porém pouco, uma simples conversa no Messenger, uma ligação rápida que logo acabará, e depois disso contato pelo menos uma vez no mês e olhe lá. 

   Por isso, curta seu amigo enquanto estão perto, faça de tudo pra viver rindo esse resto do tempo que falta! Fique junto dele aos momentos de felicidade, quanto de tristeza, porque só depois de muito tempo que você irá conseguir tirar essa tremenda SAUDADE do seu coração.

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Twitter: @contini_g - (www.twitter.com/contini_g

e-mail: gabriel.contine@hotmail.com

Imagem:garotade20epoucos.blogspot.com

Imagem nenor: ihomem.blogspot.com

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segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Música

AndersonTomio

musica 

Música,

trilha sonora da vida,

ecoa,soa ao ritmo do coração,

vocalizo, canto versos, prosas,

danço feito poesia,

mas nao me preocupo,

deixo fluir, canto.

A vida se torna feliz,

a música parece leve,

nela flutuo, nela vago,

viajo nos pensamentos,

me solto nas palavras,

ecou na música,

minha trilha sonora,

fecho os olhos, imagino

flutuo nas notas,

os acordes me elevam

voo, encontro meu céu.

Minha música, minha trilha sonora.

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escrita em 06/09/2010 – 20:15 h

imagem: www. institutomarcelomendes.com.br

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Momento

Anderson Tomio

 

O que falar na hora que o silêncio diz  tudo?

Quando você já olha e nem sabe porque, já gosta.

Passa um filme na cabeça, não sabe se deve,

mas emfim, ja está ali, acontece.

Não adiante, nem planejar,

é preferível que as coisas aconteçam de forma natural,

e mesmo sem o momento esperar,

o momento aparece, único.

Ele flui, escapa pelas mãos, encontra um sorriso,

criam-se imagens, relembram épocas,

que as vezes não foram tão belas,

mas que encontram por si só, a beleza,

e se tornam únicos, pela sua magia.

Um semblante feliz, me deixa feliz,

que magia, que momento!

Eternizo na memória, porque sei,

que se perderão no tempo,

e não conseguirei mais encontrá-lo.

As pessoas se reencontram,

mas não reencontram o momento.!

São únicos, como a beleza interior do ser,

como a beleza da vida.

Simples, sensível, sútil,

momentos carecem desses ingredientes

e muita, mas muita emoção.

ah momentos!

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escrita na madrugada de  05/09/2010  - 

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sexta-feira, 3 de setembro de 2010

A carroagem…

Anderson Tomio

carruagens_fogo_1981_04

Em cada acorde da vida, um som,

vários deles formando a tua música,

um tom acima, de superação,

eleva-se os graves, ecoam os agudos,

cantas, vives, ousas,

uma melodia nasce, toca,

o coração pulsa, no ritmo,

os olhos distantes, veem ao longe,

não piscam, contemplam o horizonte,

traçam-se rumos, analisam-se os caminhos,

criam-se as metas, objetivos,

nada detém, nada segura,

concentras, dás o primeiro passo,

o inicio da explosão, soltas tua força,

canalizando a energia pra vitória,

a melodia, o som da vida,

os tambor coronário destaca-se,

os agudos sussuram, os graves se elevam,

vences, chegas ao fim da trajetória,

és forte, és exemplo, és campeão.

Quisera repetir sempre a música na tua vida,

nas alegrias, mas por em alto volume,

nos momentos mais tristes,

e alegra-se, vencer mais uma vez!

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escrita em 03/09/2010 –22:45 h – ao som de Carrogens de fogo – Vangelis

Imagem:http://cinemacomrapadura.com.br/filmes/962/carruagens-de-fogo-1981/

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quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Primeiro ato

Anderson Tomio

corpos

Bom dia!

E o sol ilumina o quarto,

adentra sem permissão, pela janela,

os olhos se fecham pelo clarão,

corpos nus são revelados,

o sol nem ousa aquecer, tímido,

os corpos ja quentes se tocam,

se esfregam, se abraçam, se unem.

Sinto a tua respiração,

sentes o meu calor, suo,

beijo-te sentindo teu gosto,

toco-te sentindo as pulsações,

age-se, movimenta-se

o prazer do ato, o caminho do êxtase,

entregam-se, caem.

As pernas não nos dão sustenção,

mas não é preciso, flutamos,

entrega-se, deita-se

há outros toques, tato,

o ato,o fato, as vontades.

Não é preciso falar,

os olhares dizem tudo,

os corpos relatam,

entregam, relaxam,

deitas em meu peito

sinto, afago, suspiro.

Foi belo, foi bom, foi fato.

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escrita em 02/09/2010

Imgem: umvazio.blogspot.com

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Pela estrada…

Anderson Tomio 

estrada 

Pela estrada sigo, caminho…

posso habitar  em lugares inóspitos,

percorrendo o desconhecido

tatear no chão, apoiar-se nas paredes, viajar.

Olhar ao longe, contemplar a vida, recolher-se no interior,

mergulhar dentro de si.

Tateio pela minha vida, reflito sobre as vivências,

em alguns momentos, me deparo com erros, vários deles,

outros no entanto, vejo acertos.

Procuro em meu caminho, não mais tirar as pedras,

mas transpor, andar deixando-as pra trás.

E sigo!

Caminho sozinho, faço meu ritmo,

mas quisera caminhar contigo.

Mesmo em silêncio, andar de mãos dadas.

Sentir no rosto, a brisa da vida,

impregnar-se com teu perfume,

e passar a tatear pelo teu corpo,

viver pelo teu sorriso.

Não quero  caminhar sozinho!

Nem mesmo sei se tenho forças,

para ir ao teu encontro, almejo,

mas a minha estrada, mais a frente,

tem um cruzamento, onde podemos nos encontrar.

Quisera assim, talvez, quem sabe, vai ser.

Te encontro lá!

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imagem: cativagoogle.blogspot.com